Submerso – Um projeto interessante

Submerso – Um projeto interessante

O túnel que fará a ligação Santos – Guarujá chama-se Submerso por uma razão óbvia: o túnel é submerso. A tecnologia construtiva usada nesse túnel é muito interessante. O túnel é fabricado com elementos pré-moldados. Esses elementos pré-moldados são submersos através da inundação do espaço vazio dos elementos. Após devidamente posicionados e ancorados no fundo do braço de mar no qual o túnel estará localizado, a água contida nos elementos pré-moldadas é esgotada.

Uma característica interessante do túnel é a existência de uma passagem exclusiva para pedestres e ciclistas. Dessa forma será possível ir do Guarujá para Santos (ou vice versa) à pé ou de bicicleta. Simplesmente sensacional. Minha única dúvida é se o poder público se responsabilizará devidamente pela segurança dos pedestres. Nem toda passagem subterrânea, aqui no Brasil, é o que podemos chamar de local seguro. Resta saber se essa passagem debaixo de um braço de mar terá vigilância. Já sabemos que brasileiros são bons de fazer obras.  Mas manter essas obras em funcionamento adequado depois que estão inauguradas é outra história.

Aproveito o post para parabenizar meu amigo e colega de MBA, Laurence Casagrande, Presidente da Dersa, empresa responsável pelo projeto. A baixada santista merecia e precisava dessa obra.

Segue o vídeo institucional do projeto.

FINEP 30 dias – Uma boa novidade

FINEP 30 dias – Uma boa novidade

A agência brasileira de inovação FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) apresentou uma boa novidade: a metodologia FINEP 30 dias. Segundo as informações veiculadas em seu site, essa nova metodologia permitirá que a agência analise projetos de inovação em 30 (trinta) dias. Trata-se de algo inédito nesse Brasil de ineficiência do setor público.

O vídeo institucional da nova metodologia FINEP 30 dias está no Youtube. Clique abaixo para ver.

Uma solução interessante para comunicação em projetos internacionais

Uma solução interessante para comunicação em projetos internacionais

Qualquer um que, como eu, já trabalhou em projetos internacionais sabe que algumas barreiras são inevitáveis e de difícil transposição. As barreiras mais óbvias são a língua e a cultura. Experimente falar Inglês com um japonês ou um indiano. Rapidamente você percebe que a língua que eles estão falando tem alguma semelhança com Inglês (Mas definitivamente não é inglês). É mais ou menos como um brasileiro falando “Portunhol”. Existe certa semelhança com o idioma de Castela. Mas não é Espanhol nem aqui nem na China.

O outro problema básico tem a ver com a cultura. Todos nós temos uma estrutura mental “formatada” pela nossa cultura. Experimente chegar atrasado numa reunião com um alemão para ver como ele reage. Sente de perna cruzada ao lado de um árabe, mostrando a sola do seu sapato para ele. Veja qual será a reação dele. Experimente fazer negócios com chineses sem “Guanxi”: não vai dar certo. “Guanxi” é um conceito relacionado com o estabelecimento de relações de cooperação mútua na cultura chinesa. É um ingrediente essencial para fazer negócio com chineses.

O Brasil está cada vez mais inserido na arena internacional. Por isso a necessidade de se expressar bem em língua estrangeira com outras pessoas em situações de negócio é essencial. Pensando nisso o Berlitz Centro de Idiomas lançou um produto interessante. Em dezembro de 2010 fui convidado para uma aula teste desse novo produto que essa empresa está colocando no mercado. É um programa chamado Berlitz Business Communication Skills que se destina a ensinar e treinar as pessoas a se comunicarem em situações de negócios internacionais. O treinamento inclui dois níveis (Básico e avançado) e lida com quatro pontos:

  • Participação em reuniões de negócio
  • Apresentações de negócios
  • Negociações
  • Liderança & Coaching

O programa exige que o participante tenha um grau mínimo de proficiência na língua escolhida (A aula que assisti foi em Inglês. Desconheço se o programa tem versões em outros idiomas). O programa não oferece aulas de línguas. Oferece capacitação para que a pessoa possa dirigir reuniões, fazer apresentações, negociações e liderar equipes multinacionais na língua estrangeira que ela já domina.

É bastante comum que alunos meus, que são gerentes ou diretores de empresas multinacionais, perguntem sobre como aprender a se comunicar em Inglês em situações de negócio envolvendo outras culturas. Esse programa da Berlitz preenche essa necessidade. No final de 2010, a Berlitz estava presente em cerca de 70 países e atuante no mercado há 130 anos. Poucas empresas de idiomas podem apresentar um currículo semelhante a esse em termos de serviços relacionados com idiomas e em serviços “cross cultural”. Se você está lidando com projetos internacionais, talvez seja uma boa idéia obter informações sobre esse novo produto de capacitação.

Conflito e Poder: a visão de Gareth Morgan

Conflito e Poder: a visão de Gareth Morgan

Como consultor, freqüentemente sou perguntado sobre como lidar com conflitos quando se gerencia um projeto. Para responder essa pergunta, trago a visão do autor Gareth Morgan, exposta no livro Imagens da Organização (Editora Atlas) a respeito do uso do poder. Trata-se de um autor clássico, muito lido nos cursos de administração.

O poder é o meio através do qual os conflitos de interesse são, afinal, resolvidos. Segundo esse autor, o poder influencia quem consegue o quê, quando e como. Morgan relaciona as fontes de poder mais importantes de poder que podem existir numa organização:

Autoridade formal

Essa é a fonte primária e mais clara de poder. É o poder legitimado através de processos formais. As pessoas passam então a reconhecer que determinada pessoa tem determinado poder e que devem obedecê-la.

Controle sobre recursos escassos

O controle sobre qualquer recurso escasso sempre gera poder.  E isso independe até mesmo da posição da pessoa na organização. A pessoa que detém o controle de algum recurso escasso que interessa à outra pessoa, imediatamente torna-se poderoso.

Uso da estrutura organizacional, regras e regulamentos

Embora regras e regulamentos possam muitas vezes ser vistos como instrumentos racionais que pretendem ajudar no desempenho de uma tarefa, nem sempre isso é verdadeiro. Muitas vezes as regras e regulamentos impostos são fruto de uma luta pelo controle político de algo.  A burocracia, como se sabe, pode ser um forte instrumento de poder. Aqui no Brasil, isso é tão verdadeiro que diversos ramos de negócio florescem na sombra do cipoal de regras e regulamentos.

Controle do processo de tomada de decisão

A influência em processos decisórios sempre constitui fontes de poder. Sem que perguntas parecidas com as listadas a seguir forem feitas, pode ter certeza de que o jogo do poder estará sendo jogado:

  • Como deve ser tomada essa decisão?
  • Quem deve fazer parte dessa decisão?
  • Quando deve ser tomada essa decisão?
  • A tomada de decisão exige que um estudo seja apresentado perante uma comissão?
  • Quais valores ou restrições envolvem a tomada da decisão?

Controle do conhecimento e da informação

Quem controla o conhecimento e as informações que cercam os fatores que influenciam uma decisão possui poder. A empresa torna-se dependente do conhecimento e das informações que essa pessoa possui.

Controle dos limites

Toda vez que alguém possui controle sobre as interfaces possui poder. Uma secretária, por exemplo, pode exercer um poder muito maior do que seu cargo ao determinar quem tem acesso ao seu chefe. Além disso, ela pode, por exemplo, ressaltar ou minimizar a importância sobre eventos ocorridos em determinados locais da empresa. Afinal de contas, muitas vezes, a secretaria age como um elemento de ligação entre o chefe e as áreas da empresa.

Habilidade para lidar com a incerteza

Toda organização opera em um ambiente de incerteza.  Sendo assim, qualquer um que tenha habilidade para diminuir as incertezas, adquirem poder. Uma pessoa que tem conhecimento crítico sobre como resolver problemas num equipamento crítico, reduzindo assim as chances de parado do mesmo, possui poder.  Um analista de mercado com mais e melhores informações que seus colegas, poderá decifrar com mais clareza os sinais do mercado. Com isso pode diminuir as incertezas da empresa.  Isso o levará a ter mais poder.

Controle da tecnologia

Aqueles que dominam o conhecimento sobre determinadas tecnologias críticas para a empresa, tem mais poder. Aqueles que controlam o acesso aos recursos tecnológicos também têm poder.  Certos profissionais da área de tecnologia da informação nem sempre possuem um alto cargo hierárquico na empresa. Mas podem ter alto poder para negar acessos aos recursos computacionais críticos da empresa.

Alianças interpessoais, redes e controle da “organização informal”

Amigos altamente colocados na organização, patrocinadores, mentores, coalizações e redes informais constituem fontes de poder. Através desses mecanismos as pessoas podem obter informações privilegiadas. Podem também obter favores que de outra forma não seria possível.

Controle através de contra organizações

Sindicatos são exemplos de contra organizações. Mas existem outros exemplos. Institutos de defesa do consumidor e organizações não governamentais são exemplos de contra organizações que podem adquirir enormes poderes. A região do ABCD no Estado de São Paulo, por exemplo, foi o centro da industrialização do Brasil. Nessa região os sindicatos adquiriram altíssimo poder. O poder desses sindicatos foi tamanho que resultou no êxodo das empresas daquele pólo industrial. A ação dos sindicatos tolheu de forma significativa a liberdade das empresas de tocarem seus negócios como bem queriam. Por conta disso, a melhor solução encontrada por muitas indústrias foi sair de lá. Ficava mais fácil e mais barato do que enfrentar o poder dos sindicatos.

Simbolismo e administração de significado

A administração dos sentidos ligados à situação é uma forma de poder simbólico. Nesse caso faz-se uso de imagens, teatro e a arte de ganhar sem romper as regras do jogo. O Presidente da República é um exemplo disso.  O Presidente tem, de fato, um poder formal, legitimado pelas urnas. Mas isso não significa que a enorme e pesada estrutura do governo obedece prontamente às suas ordens. O Presidente Lula é um mestre no uso do simbolismo e na administração de significados.  O poder real dele de ser obedecido é muito menor do que usualmente se costuma pensar.

Sexo e administração das relações entre sexos

A diferença entre sexos está diretamente relacionada com a questão de poder. Certas organizações são dominadas por valores relacionados a um dos sexos. Dessa forma as organizações segmentam as estruturas de oportunidades e mercados de trabalho para homens ou para mulheres conforme o caso. Não é à toa que as grandes empreiteiras brasileiras nunca tiveram como presidente uma mulher. Será que algum dia a Camargo Corrêa, a Odebrecht ou a Andrade Gutierrez terão uma mulher como Presidente? Pode ser. Mas no futuro próximo isso não é provável. Por outro lado, empresas como Avon, Walita e Berlitz têm (ou já tiveram) mulheres como executiva s principais aqui no Brasil.

Fatores estruturais que definem o estágio da ação

Segundo essa perspectiva, as empresas precisam ser entendidas pelo seu contexto histórico.  Em um dado momento, existe sempre uma variedade de atores políticos, legitimados por uma grande variedade de bases de poder. Isso define a lógica de poder da empresa em cada momento.

O poder que já se tem

A presença do poder atrai e mantém pessoas que desejam se alimentar aquele poder. Isso serve para aumentar o poder dos próprios detentores do poder.  Segundo Morgan, na esperança de obter favores, as pessoas podem começar a emprestar ao detentor de poder um apoio gratuito, ou adotar a sua maneira de pensar. Isso aumenta o poder daquele que está no poder. Outro aspecto importante é que o poder é estimulante. Quando uma pessoa vivencia progresso ou sucesso, fica energizada. E isso leva à busca de mais progresso e poder.

Gentileza, polidez e refinamento: vantagens competitivas

Gentileza, polidez e refinamento: vantagens competitivas para profissionais que almejam um futuro promissor

Atualmente vivemos por um período muito interessante aqui no Brasil. Nunca tivemos tantos universitários. Também nunca tivemos tantos profissionais preocupados com o aperfeiçoamento de suas carreiras profissionais e fazendo cursos de pós-graduação. A massa de brasileiros que hoje estuda é cada vez maior. Isso é muito bom. Todos sabem que uma boa formação acadêmica é importante para a carreira profissional dos indivíduos, para nosso país e para o progresso do mundo em geral.

Mas, como em qualquer processo de massificação, temos problemas de qualidade. O problema da qualidade atinge não apenas a formação acadêmica. Atinge também a forma como as pessoas hoje agem e se comportam. Perdemos qualidade no tocante ao refinamento, gentileza e polidez das pessoas.  Parece que, cada vez mais, temos pessoas sem educação e refinamento. São pessoas rudes e medíocres (Veja depois o “post” que coloquei sobre o caso Uniban onde a mediocridade e a estupidez prevaleceram).

Noto que um muitos profissionais egressos das melhores faculdades e cursos de pós-graduação apresentam um comportamento prepotente (“Sou mais do que você por que tenho uma formação melhor do que a sua”). Já viram esse filme em algum lugar antes?

Lembro ao leitor que ser refinado, gentil e polido é um diferencial competitivo importante para qualquer profissional. Vejamos alguns exemplos concretos da importância disso:

Exemplo 1 – Não é novidade nenhuma que cada vez mais temos mulheres alçando postos de gerência e direção nas empresas. Mulheres gostam de ser tratadas com gentileza.  Se você é homem e tem que lidar com sua chefa, terá maiores chances de ser ouvido se entender como é que funciona o universo feminino. Ao contrário do masculino, o universo feminino, está mais ligado em questões que tem muito a ver com sensibilidade. E sensibilidade tem a ver com  gentileza,  polidez e refinamento.

Exemplo 2 – Se você  trabalha num ramo de negócio que lida com uma mão-de-obra mais humilde, terá mais chances de conseguir bons colaboradores e qualidade na execução dos trabalhos se tratar as pessoas com respeito e gentileza. Um exemplo é a área de construção civil, mais especificamente em obras. Nesse ambiente lidamos com pessoas humildes, usualmente com um nível de educação baixo. Implantar, por exemplo, um sistema de qualidade sem a colaboração de pessoas é um pesadelo. Quando tratamos as pessoas  com gentileza e polidez, ganhamos aliados. E isso é especialmente verdadeiro quando lidamos com pessoas que tem uma condição social mais baixa do que nós.

Exemplo 3 – Estamos num mundo em que cada vez mais as coisas são conectadas. As empresas dependem de seus parceiros de negócio cada vez mais. Cada vez mais é preciso negociar acordos. E para obter sucesso em negociações, é imprescindível conectar-se com as pessoas. E qual é a melhor forma de se conectar com as pessoas? Simples. Sendo simpático, gentil, polido e refinado. As pessoas tendem a simpatizar mais com aqueles que são educados, gentis e refinados. Observe que não estou falando de pessoas “afetadas” ou que apresentam um comportamento artificial.  Você ganha a simpatia de pessoas quando é naturalmente simpático, polido  e gentil.

Luto todo dia, e as vezes sem sucesso, com o “animal medíocre” que habita no interior de todos nós. Esse animal nos transforma em seres arrogantes, estúpidos e prepotentes.

Quer um conselho para seu sucesso profissional?  Trate de pensar nisso. No mundo profissional competitivo em que vivemos, ser gentil, polido e refinado faz toda a diferença. E é lógico que isso também vai tornar sua vida pessoal muito melhor.

Gerenciamento do Conhecimento – Dicas Interessantes

Gerenciamento do conhecimento
Gerenciamento do conhecimento

Gerenciamento do Conhecimento – Dicas Interessantes

Gerenciamento do conhecimento é um dos itens que, com frequência, são discutidos nos meus seminários, aulas e consultorias. Todo mundo sabe que gerenciamento do conhecimento é importante. Mas quase ninguém sabe como fazer isso nas empresas de uma maneira correta.

Meu amigo José Renato Sátiro Santiago é um especialista no assunto, tendo livro publicado a respeito do assunto. Se você quer conhecer um pouco do assunto, visite o link http://www.hbrbr.com.br/index.php?codid=140 . Esse link contém um artigo que o José Renato publicou na Harvard Business Review. Vale a pena conferir.

Norma ISO/CD 21500 – Você sabe o que é isso?

Logo da Iso

A ISO está desenvolvendo uma norma denominada ISO/CD 21500 – Project management – Guide to project management. Ainda não tive acesso à ela. Mas é provável que seja um padrão semelhante ao PMBOK. O estágio atual de desenvolvimento da norma diz que ela está no código 30.20 (Em estudo / votação iniciada). Isso significa que a norma ainda está no meio do processo. Se estive publicada o código começaria em 60.

Metodologia Lean e Gerenciamento de Projetos

Outro dia um aluno meu me perguntou se era possível fazer uso da filosofia Lean no gerenciamento de projetos. Minha resposta foi a seguinte:

Antes de responder a essa pergunta é necessário entender o que é a tal filosofia Lean.  O termo Lean é relacionado com um processo genérico de gerenciamento derivado do sistema Toyota de produção. Lean significa principalmente eliminar desperdicios ou atividades que não acrescentam valor numa linha de produção ou em qualquer outro processo. Na medida em que não se gera desperdicio ou atividades sem valor, a eficiência é maior, os custos são menores e a satisfação do cliente (em tese) é maior.

A implantação da filosofia Lean passa pelo seguinte método:

  • Definir o que é valor para o processo em questão.
  • Identificar o fluxo de criação de valor
  • Eliminar os desperdicios na criação de valor
  • Produzir apenas aquilo que é demandado
  • Aplicar uma filosofia de melhoria contínua

Esse tipo de metodologia é bem adequada para produção de coisas, especialmente em processos de manufatura. Fazer projetos é diferente de uma manufatura. Manufatura é um processo repetitivo ao passo que o projeto é algo único. Mas é possível fazer um paralelo de equivalência com aquilo que as melhores práticas de gerenciamento de projetos recomendam:

  • Definir o que é valor equivale a definir o escopo com clareza, especialmente a especificação do escopo a ser produzido, de forma a atender as necessidades do cliente e evitando o que os americanos chama de Goldplating (“Dourar a pílula”. Entregar mais do que o necessário).
  • Identificar o fluxo de criação de valor equivale a fazer um bom planejamento executivo, criando uma estratégia de execução do projeto que seja a melhor possível.
  • Eliminar os desperdicios na criação de valor equivale a fazer uma boa execução do projeto, com especial atenção para as questões de qualidade.
  • Produzir apenas aquilo que é demandado equivale a fazer certo, da primeira vez aquil que está especificado no escopo (e certificar-se de que a definição do escopo está clara tanto em termos quantitativos quanto qualitativos).
  • Aplicar uma filosofia de melhoria contínua equivale a definir no plano de qualidade um plano de melhoria contínua.

Como se pode verificar, a filosofia Lean e a as recomendaçoes das melhores práticas de gestão de projetos não são assim tão diferentes.

Abaixo está colocada uma figura que achei no site http://www.strategosinc.com, contando o histórico sobre Lean. Achei interessante acrescentar como elemento informativo.

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