Alvaro Camargo, M.Sc., PMP

AmCham Brasília traz Alvaro Camargo

Entenda como construir projetos que revolucionam a atuação de sua empresa no mercado.

Amcham Alvaro

Para se inscrever, clique no link: https://www.amcham.com.br/calendario/event?eventid=3857

Projeto da área de saúde de alunas se torna realidade

Estou tendo a satisfação de ver um projeto de alunas minhas no MBA do Hospital Oswaldo Cruz tornar-se realidade. Amanhã, dia 20/07/2018, eu estarei em Salvador para ver a apresentação oficial do projeto para o Secretário de Saúde do Estado da Bahia. Cassia Guerra, Fernanda Begnami Guimarães, Gabriela Carvalho, Luciane Bastos e @Silmara Scontre serão as palestrantes.

PROJETO - MBA GRUPO 6 2018-07-14-09-36-55

GDRP: problema ou oportunidade?

GDRP

São Paulo, 09 de julho de 2018 – Por Álvaro Camargo.

No dia 25 de maio de 2018 entrou em vigor na União Europeia o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation). Trata-se de uma legislação europeia relativa à proteção de dados pessoais. Para as empresas brasileiras, é importante estar atento para os impactos que essa legislação pode trazer para suas operações. O GDRP reflete a atual tendência de leis emitidas por um país ou bloco de países tenham aplicação extraterritorial.  Segundo essa nova legislação, os controladores e processadores de dados, mesmo aqueles que não estão estabelecidos na União Europeia, estão sujeitos as suas regras em caso de oferta de bens ou serviços para indivíduos localizados na EU, mesmo que não haja nenhum pagamento . Esse é o caso típico de provedores de serviços que funcionam na internet e que têm usuários em outros países. Mas não é só isso. Quando o monitoramento do comportamento de titulares de dados ocorrer na região da União Europeia, a nova legislação também se aplica.

Impacto nas organizações brasileiras – Para as empresas brasileiras é necessário verificar se o seu processamento ou controle de dados oferecem ou tem a intenção de oferecer bens ou serviços na região da União Europeia. Se um comércio eletrônico é operado fora da União Europeia, mas é usado por pessoas no âmbito desse bloco econômico, o GDPR se aplica. Se por acaso as moedas ou línguas utilizadas nos serviços e nas transações são padrões da União Europeia, então isso também configura a necessidade de atendimento das exigências do GDPR. Qualquer serviço de venda ou envido de mercadoria ou uso de website de usuários residentes na região da União Europeia igualmente configura a necessidade de obedecer aos padrões ditados pela GDPR. Isso significa que serviços em nuvem, aplicações de internet, operadoras de meios de pagamento, outsourcing de folha de pagamento, licenciamentos de software por meio de SaaS e até mesmo plataformas de anúncios em redes sociais, estão enquadrados pelo novo regulamento. Qualquer processador ou controlador de dados estabelecido na UE  é sujeito ao GDRP mesmo que as atividades de processamento dos dados não ocorrem em países desse bloco econômico.

Sanções – As sanções para as empresas que desrespeitem essa nova legislação são pesada e podem alcança até 4% das receitas anuais globais da organização infratora segundo a Pinhão & Koiffman Advogados[1]. Isso tudo significa que as empresas brasileiras precisam conhecer os riscos envolvidos com essa nova legislação e executar projetos para adequação de conformidade. É necessário que as Empresas Brasileiras, compreendam os riscos de vazamento de dados em seus sistemas e verificar as eventuais salvaguardas ou exceções que essa legislação traz. Em determinados caso pode ser necessário designar um agente de proteção aos dados que seja isento para poder criar, implantar e gerir políticas de proteção aos dados.

O lado bom – Mas nem tudo é má notícia. Existe pelo menos um segmento que já está se beneficiando dessas novas regras da União Europeia: as empresas que vendem seguros cibernéticos. Em determinadas situações pode ser conveniente a contratação desse tipo de seguro para fazer frente à eventuais problemas. Uma outra frente positiva é que o GDRP está criando uma demanda de projetos que vão desde a adequação de sistemas, passando por aconselhamento jurídico e desenvolvimento de novos produtos, como por exemplo, seguros cibernéticos. E isso é bem vindo para profissionais das áreas jurídica, de tecnologia da informação, corretores de seguros, além de outros tipos de profissionais que atuam em organizações que possam ter alguma relação com o GDRP.

[1]Fonte: http://direitoparatecnologia.com.br/gdpr-aplicado-as-empresas-brasileiras/?gclid=CjwKCAjwj4zaBRABEiwA0xwsPwTOW65IGjyobczE-HDJ6smFPLFJLuOH_Er2y3EX3EOWxIcTxl1fWBoCk1IQAvD_BwE , acesso em 09 de julho de 2018 as 19:18 horas.

Uber como ferramenta de melhoria da saúde?

Uberhealth

Por Alvaro Camargo em 20 de março de 2018.

O texto a seguir é um resumo de um artigo original, escrito e publicado em 20 de março de 2018 pela jornalista Jaimy Lee, editora de notícias do LinkedIn para a área de Saúde. Resolvi fazer um resumo do artigo para meu amigo e colega, Isaac Ferraz, que está fazendo doutorado na área que envolve a intersecção entre mobilidade urbana e saúde. Ao ler o artigo original eu logo cheguei a conclusão de que a reportagem merecia uma divulgação maior já que trata de um assunto de interesse geral: como melhorar a saúde pública com plataformas digitais de compartilhamento de veículos como Uber99Easy Taxi e Cabify ? Dada a importância do tema eu resolvi publicar este texto.

Segundo a jornalista Jaimy Lee, existe atualmente uma disputa ferrenha entre Lyft e Uberpara se tornarem o principal meio de transporte de pacientes. Segundo a jornalista, o Dr. John Brownstein, diretor de inovação do Hospital Infantil de Boston, teve a ideia de que o Uber poderia ser usado para auxiliar o transporte de pacientes no final de 2013. O médico deixou um comentário no aplicativo depois de usar o Uber. A empresa ligou de volta para ele. Conclusão: passados três anos, o Dr. John Brownstein foi cofundador da Circulation, uma Startup que fornece o transporte de qualquer tipo para os pacientes para garantir que eles cheguem às consultas médicas. A empresa faz uso do Lyft e do Uber.

Segundo o médico, os fornecedores de serviços de saúde deveriam considerar o uso de plataformas de transportes sob demanda para seus pacientes. O artigo de Jaimy Lee cita exemplos de uso de plataformas como o Uber na área de saúde: médicos poderiam ser enviados para as casas dos pacientes para examiná-los após a alta hospitalar. Além disso, plataformas como o Uber e similares poderiam também transportar medicamentos controlados e equipamentos médicos para tratamento de pacientes em casa.

Segundo Jaimy Lee, não é surpresa que tanto a Lyft como a Uber tenham anunciado uma série de parcerias com organizações de saúde. A Lyft, por exemplo, desenvolveu uma parceria com a empresa Allscripts, fornecedora de pessoal médico especializado e que também faz gerenciamento de práticas e fornece serviços de registros eletrônicos de saúde. A Allscripts está colocando a plataforma da Lyft em seu sistema, o que permitirá que os médicos e hospitais que usam seus sistemas possam buscar pacientes em suas casas para consultas e procedimentos médicos.  A Lyft também está se unindo à Hitch Health, empresa que desenvolveu uma plataforma que conecta sistemas de registro eletrônico de saúde com a tecnologia de plataformas de veículos por aplicativo. Isso obviamente permite aumentar o fluxo de pacientes para hospitais e clínicas. Por outro lado, no dia 1º de março de 2018, foi lançado nos EUA o serviço Uber Health, que é uma plataforma que permite que as organizações de saúde programem viagens para seus pacientes. Segundo Jaimy Lee, mais de 100 provedores já estão usando a versão beta do Uber Health.

Mais recentemente, a Blue Cross Blue Shield Association (BCBS) declarou estar testando um programa que usa o Lyft para levar os pacientes às farmácias da rede CVS e da Walgreens para facilitar a compra de medicamentos e também para fazer consultas com seus médicos. As seguradoras do grupo BCBS e as redes de farmácias reembolsarão o custo da viagem dos pacientes. Tudo isso tornará mais fácil melhorar o transporte na área da saúde. Quando os pacientes não comparecem às consultas agendadas, os profissionais e as organizações de saúde perdem dinheiro. E os pacientes que perdem suas consultas também não recebem os cuidados necessários. Por fim, as drogarias também são prejudicadas quando os pacientes não conseguem buscar seus medicamentos.

Apesar de todo o interesse das empresas, o sucesso da iniciativa ainda não é claro. Um estudo publicado em fevereiro de 2018, no periódico cientifico JAMA Internal Medicine, revelou que a adoção dos serviços de transporte através de plataformas de veículos por aplicativos por pacientes de cuidados primários foi baixa. Mas isso não quer dizer o uso dessas plataformas de transporte está fadado ao fracasso. É provável que o transporte de pacientes continue a ser um tópico de muito interesse, conforme afirmação de Kristin Schondorf, líder da área de mobilidade e de transporte da consultoria Ernst & Young nos EUA.

Leia esse artigo se você quer usar ferramentas de software gratuitamente

Por Álvaro Camargo, autor, professor, consultor e palestrante – São Paulo, 13 de março de 2018.


RadarSoftwareGratis

Como consultor de empresas e como professor de pós-graduação eu sempre recebo uma pergunta fatídica: existem ferramentas de software gratuitas que possam ser usadas para planejar projetos, montar repositórios de documentos, fazer cálculos e simulações ou qualquer outra necessidade minha ou da empresa na qual eu trabalho? Como é uma pergunta muito recorrente, resolvi escrever esse artigo para esclarecer o tema. Assim, sempre que me fizerem a pergunta eu enviarei o link com esse artigo. Existem as seguintes maneiras de conseguir ferramentas de software:

Maneira 1 – Compra de licença

Existem softwares em que é necessário comprar a licença para instalar no computador. Ferramentas desse tipo naturalmente não podem ser obtidas de forma gratuita a menos que você faça pirataria do software. A vantagem aqui é que a ferramenta é suportada pelo desenvolvedor e fica fácil obter suporte técnico para dificuldades.

Maneira 2 – Software livre

Existem softwares livre de código aberto que são mantidos por uma comunidade de desenvolvedores. O sistema operacional Linux é um exemplo disso. Nesse caso não existe custo de licenciamento. Mas pode existir o custo do suporte técnico caso a pessoa que vá usar não seja capaz de se comunicar ou de entender as discussões técnicas nas comunidades virtuais que existem na internet sobre a ferramenta desejada. Além disso não existe suporte técnico em estado de prontidão para assistir ao usuário. Normalmente o máximo que existe são grupos de discussão da comunidade que usa o software. Uma resposta para uma dúvida pode demorar desde de algumas horas até vários dias.

Maneira 3 – Ferramentas proprietárias de uso gratuito

Existem ferramentas proprietárias cujo uso é gratuito. Um exemplo disso são as ferramentas de visualização de algum tipo especifico de arquivo. O Adobe Acrobat Reader é um exemplo disso. Observe que esse topo de ferramenta normalmente tem funcionalidades limitadas.

Maneira 4 – Ferramentas patrocinadas de software

Existem ferramentas patrocinadas de software disponíveis na internet ou que podem ser baixados no computador do usuário. Nesse caso o uso do software é gratuito para o usuário. Mas isso não quer dizer que a ferramenta seja grátis. Alguém paga para fazer propaganda através do software. Por isso que ele é gratuito para o usuário. Um exemplo é o serviço de hospedagem gratuita de vídeos Youtube e o serviço de hospedagem gratuita de apresentações Slideshare. Antigamente, no final de século passado, também havia algumas aplicações de software que podiam ser instaladas no computador do usuário e que continham propaganda. Mas esse tipo de ferramenta está sendo descontinuada. Observe que neste caso o produto é a pessoa que usa a ferramenta. A empresa que fornece o software vende o conteúdo ou os dados do usuário para seus clientes. É aquela velha história: se a solução é gratuita, o produto é você.

Maneira 5 – Ferramentas gratuitas que viabilizam compras pelo usuário

Existem ferramentas gratuitas que permitem compras dentro do aplicativo. Nesse caso a ferramenta é gratuita porque ela permite o acesso à dados, informações ou serviços que o fornecedor vende. Um exemplo disso são os aplicativos de companhias áreas e websites de venda de passagens.

Maneira 6 – Software fornecido como serviço

Aqui estamos falando de software fornecido como serviço e hospedado na nuvem, acessível via internet. Neste caso não existe nada gratuito. Esse tipo de solução normalmente é fornecido através do modelo de negócio Freemium, ou seja, o usuário pode usar a ferramenta sem pagar nada até certo limite. A partir desse limite a solução é paga. As limitações podem ser diversas: espaço de armazenamento limitado, número de usuários limitado, prazo de uso limitado, quantidade de dados que a solução gerencia, banda de conexão limitada, negação de backup dos dados armazenados, negação de suporte técnico ou alguma outra forma de limitação. Para eliminar as limitações, é necessário pagar para desbloquear a funcionalidade completa ou parcial da solução. As soluções GDrive, DropBox, OndeDrive, Zoho, Agiloft e Linkedin funcionam dessa maneira.

Maneira 7 – Software de presente

Aplicativos de software podem ser comprados por terceiros para serem presenteados para um determinado usuário. O exemplo mais comum disso é quando você compra um cartão de XBOX para que o seu filho possa jogar gratuitamente jogos pagos. Observe que o uso do software é gratuito para seu filho, mas não para você que é pai ou mãe da criança.

Maneira 8 – Sorteio

É relativamente comum, especialmente em feiras especializadas e congressos, que alguns fornecedores de soluções de software façam um sorteio de seus produtos. Não é exatamente fácil ganhar um sorteio. E raramente isso é gratuito. Afinal, para participar de um congresso ou de uma feira, quase sempre é necessário comprar a entrada do evento, sem contar com os custos de deslocamento e hospedagem ao local.

Resumo da história: não existe almoço grátis.

Surpreenda-se: conheça o Portfólio de Programas e Projetos do Banco Central do Brasil

Por Álvaro Camargo em 02 de março de 2018.BancoCentral2

Quando se fala de portfólio de projetos e programas é bastante comum que as pessoas pensem em projetos de produtos, projetos de construção ou projetos de tecnologia da informação e melhoria de processos. Mas como seria o portfólio de projetos e programas da uma autarquia Federal, como por exemplo, o Banco Central?

A seguir estão colocados os principais programas e projetos atualmente em desenvolvimento pelo Banco Central do Brasil conforme a apresentação feita pelo Presidente do Banco Central do Brasil em palestra na Câmara Espanhola de Comércio no Brasil no dia 26 de fevereiro de 2018:

1.    Autonomia do BC

Esse é um projeto típico de gerenciamento de Stakeholders em projetos. Há que se engajar o Congresso, o Executivo e a população a apoiar a existência de um Banco Central autônomo. Como se sabe, a autonomia do Banco Central de um país é um seguro contra aventuras de quem está no poder. É bastante tentador para qualquer governo, tentar melhorar o nível de atividade econômica através do aumento de liquidez (dinheiro em circulação na economia). Se o Banco Central for autônomo, ele consegue retirar de circulação a liquidez excessiva que poderia criar inflação, aquele monstro que, como todos sabem, cria enormes complicações para o setor produtivo e cobra o mais injusto imposto que pode existir: a perda de poder aquisitivo da camada pobre da população que não tem meios de se proteger.

2.    Cadastro positivo

O cadastro positivo serve para diferenciar qualitativamente devedores. Pessoas e empresas podem estar inadimplentes, mas querem pagar. Por outro lado, existem pessoas e empresas que são inadimplentes contumazes. Sem o cadastro positivo, coloca-se todos os devedores num saco só. A consequência óbvia é o encarecimento do crédito.

3.    Depósito voluntário

Depósito voluntário é um instrumento de controle de liquidez que evita o uso da venda com compromisso de recompra dos títulos públicos de sua carteira. Com os depósitos voluntários, o Banco Central ganha maior autonomia, uma vez que deixa de depender exclusivamente dessas operações para regular a liquidez bancária. Isso ajuda a manter a taxa básica de juros (Selic) próxima da meta fixada pelo Comitê de Política Monetária.

4.    Duplicata eletrônica

A fatura duplicata mercantil ou simplesmente duplicata é uma espécie de título de crédito que constitui o instrumento de prova do contrato de compra e venda, que é regulada pela Lei N° 5.474 de 18 de julho de 1968. Na atual era da tecnologia da informação, faz sentido que as duplicatas sejam eletrônicas. Ocorre que as duplicatas virtuais ainda constituem tema polêmico na doutrina jurídica brasileira pois a geração eletrônica de boletos bancários “frios”, sem lastros em duplicatas reais, é fácil. O aperfeiçoamento da legislação sobre a duplicata eletrônica será um avanço importante para desburocratizar esse instrumento financeiro importante, facilitando a vida de quem faz negócios.

5.    Relação BC – CADE

Esse é um outro exemplo de projeto de relações governamentais que envolve a área de gerenciamento de Stakeholder. O Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) têm histórico de relação conflituosa sobre o tema. Ao analisar movimentos de aquisição e fusão no setor bancário, o Banco Central tem como principal ponto de atenção a análise do risco sistêmico. As avaliações do Banco Central não necessariamente têm resultado semelhante às avaliações feita pelo Cade, que observa os negócios pela ótica concorrencial.

6.    Diminuição do Spread bancário

O Brasil tem um histórico de ter um Spread bancário enorme. Spread, como se sabe, é a diferença entre o custo do dinheiro para o banco (o quanto ele paga ao tomar empréstimo) e o quanto ele cobra para o consumidor na operação de crédito.

7.    Relação BC – Tesouro

Mais um projeto com intenso uso de gerenciamento de Stakeholders e, é lógico, conhecimento técnico em finanças públicas. Existe o argumento de que o dinheiro do lucro do BC, repassado ao Tesouro, teria ajudado indiretamente o governo a pagar as chamadas pedaladas fiscais – as dívidas junto aos bancos e o FGTS atrasadas no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff para melhorar artificialmente as contas públicas e que o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou pagar. A aprovação do projeto de lei 9283/2017 reduziria os fluxos de transferência entre tesouro nacional e Banco Central e daria mais transparência a essa relação, gerando menor pressão sobre o endividamento público e menor gasto com pagamento de juros pela União.

8.    Redução do uso de papel moeda

O uso de papel moeda está com os dias contados. Meios eletrônicos de pagamento apresentam muitas vantagens, como por exemplo, menor custo, mais conveniência para os agentes econômicos e maior controle sobre fraudes. Entretanto reduzir o uso do papel moeda não é tão simples como parece. Essa é a razão da existência desse programa.

9.    Fintechs de crédito

Fintech são empresas financeiras de base tecnológica. A existência das Fintechs é positiva não apenas para melhorar a conveniência para investidores e tomadores de recursos. A existência de Fintechs faz com que haja maior concorrência no mercado financeiro, com a consequente oferta de produtos de crédito e de investimento mais atrativos, com óbvia contribuição para a dinamização do desenvolvimento econômico dos países.

10. Segurança cibernética

Esse é o programa mais fácil de entender. “Maracutaias” existem desde que o ser humano existe. Mas com a tecnologia da informação, ficou mais fácil furtar e fraudar. Então um programa para melhoria da segurança cibernética faz todo o sentido.

11. Lei de resolução bancária

Esse é um projeto que busca regulamentar o marco legal de assuntos como liquidação e intervenção em instituições financeiras em caso de bancos com dificuldades. Isso aumenta a segurança do sistema financeiro nacional e contribui para uma melhoria no ambiente de negócios.

12. Desenvolvimento do novo web site do Banco Central

A ideia aqui é simples: ter um sítio web mais funcional e mais informativo sobre a instituição e sua missão.

13. Aperfeiçoamento de soluções de conflito com o sistema financeiro nacional.

A ideia aqui é criar mecanismos para facilitar a solução de conflitos entre cidadãos e empresas com o sistema financeiro nacional. Isso desburocratiza a vida de que faz negócios, alivia a justiça e abaixa os custos dos financiamentos.

14. Aumento do nível de educação financeira do brasileiro

Esse também é um programa fácil de entender. Infelizmente o brasileiro é um povo com baixa educação em geral. No tocante à educação financeira, a situação é pior ainda. Quem não conhece alguém que faz compras parceladas a perder de vista e não percebe que está pagando muito caro por algo por causa das taxas de juros embutidas no parcelamento de pagamento daquilo que foi comprado?

15. Inserção do Banco Central nas mídias sociais

Quaisquer organizações hoje lutam para se manter relevantes. Por isso a presença digital atualmente é tão importante não apenas para o setor privado, mas também para autarquias como o Banco Central. A sociedade precisa saber o que cada órgão público faz e como faz. Se isso não transparente, o órgão pode estar sujeito à criticas e perda de prestigio.

Quinta semana da educação executiva pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo

Semana Executiva

Esta semana tem uma evento gratuito muito interessante: a quinta semana da educação executiva, promovido pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. O evento será de segunda, 26/02/2018, até sexta feira, dia 02/03/2018, sempre das 19:00 até as 22:00 horas. Eu serei um dos palestrantes com o tema de possibilidades profissionais em gerenciamento de projetos. Vale a pena conferir o programa completo em: https://portal.fgv.br/eventos/5a-semana-educacao-executiva-fgv-management-sp

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