Alvaro Camargo, M.Sc., PMP

Início » Dica

Arquivo da categoria: Dica

Manual de Projetos Infraestrutura e Engenharia em promoção

Manual de Projetos Infraestrutura e Engenharia em promoção até 20/11/2015 na Oficina de Textos

Informo que o livro escrito por Julio Schwartz e eu, Manual de Projetos Infraestrutura e Engenharia, está sendo vendido pela Editora Oficina de Textos em promoção com desconto de 25%  e ainda pode ser parcelado. A oferta é válida até 20/11/2015. É uma boa oportunidade para adquirir seu exemplar. O link de acesso ao livro no site da Oficina de Textos é:

http://www.ofitexto.com.br/manual-de-projetos-de-infraestrutura-e-engenharia/p

Os profissionais que tem lido o livro têm me falado que gostaram especialmente dos tópicos relacionados com a administração de contratos, pleitos e controvérsias. Também recebi um excelente feedback pelo fato do livro abordar todo o ciclo de projetos de infra e engenharia, desde a captação do negócio até o encerramento e lições aprendidas.

 

Declaração de Trabalho de Aquisição ou Procurement Statement of Work

Declaração de Trabalho de Aquisição ou Procurement Statement of Work

Pasta de Documentos

Alguns alunos sempre me pedem esclarecimentos do conteúdo de uma declaração de trabalho de aquisição ou Procurement Statement of Work em Inglês. Este post trata dessa dúvida.

Este documento é uma descrição narrativa dos produtos serviços ou resultados a serem entregues pelo fornecedor que foi ou será contratado. A declaração de trabalho de cada aquisição é desenvolvida a partir da linha base do escopo do projeto e define somente a parte do projeto do escopo que faz parte daquilo que envolve uma determinada aquisição. A declaração de trabalho de uma aquisição deve descrever um determinado item a ser adquirido com um grau adequado de detalhamento, para permitir que o fornecedor consiga ofertar adequadamente o produto, serviço ou resultado desejado pelo contratante. A declaração de trabalho de uma procuração usualmente inclui os seguintes itens, embora não esteja limitada somente a isso:

Aspectos relacionados ao produto, serviço ou resultado que será entregue

  • Nome do produto, serviço ou resultado que será adquirido;
  • Quantidade desejada;
  • Descrição do uso que será dado ao produto a ser adquirido ou do problema que o produto, serviço ou resultado deverá resolver;
  • Especificações técnicas do produto, serviço ou resultado a ser entregue;
  • Especificações da necessidade de compatibilidade entre tecnologias;
  • Especificações dos padrões de qualidade a serem atendidos, incluindo a especificação dos testes a serem realizados;
  • Especificação do desempenho do produto ou do serviço adquirido, incluindo o período para obtenção do desempenho desejado;
  • Critérios de aceitação daquilo que será fornecido;
  • Especificações das premissas e restrições aplicáveis;
  • Definição do(s) local(is) do fornecimento e;
  • Definição dos termos Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) aplicáveis (Se for o caso)

Entregas acessórias

  • Especificações de entregas de produtos acessórios a serem desenvolvidos;
  • Especificações dos treinamentos e serviços acessórios a serem desenvolvidos;
  • Especificações dos serviços acessórios a serem desenvolvidos;
  • Especificação da documentação que deve ser fornecida juntamente com o produto, serviços ou resultado daquilo que será fornecido;
  • Critérios de aceitação das entregas acessórias;
  • Especificações das premissas e restrições aplicáveis às entregas acessórias;
  • Definição do(s) local(is) do fornecimento das entregas acessórias e;
  • Definição dos termos Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) aplicáveis (Se for o caso).

Prazos

  • Prazo para início dos trabalhos;
  • Prazos das entregas principais;
  • Prazos das entregas acessórias;
  • Prazos de final de encerramento e;
  • Datas marcos importantes.

Especificações de como o fornecimento será feito

  • Descrição do trabalho e das atividades a serem executadas, incluindo o método aplicável (se for o caso) e;
  • Descrição das responsabilidades de quem fará tais trabalhos e atividades.

Aspectos regulatórios

  • Especificações das normas de segurança, meio ambiente, saúde e medicina do trabalho que devem ser aplicáveis ao fornecimento;
  • Especificação da legislação que deve ser respeitada na execução dos trabalhos e;
  • Especificações de todos os requerimentos normais ou especiais, incluindo aqueles fora de padrões usuais.

Aspectos fiscais

  • Especificações de enquadramentos tributários especiais ou de aproveitamento de incentivos fiscais que devem ser usados para cálculo do preço daquilo que deve ser fornecido e;
  • Descrição das responsabilidades tributárias relativas aos fornecimentos.

Aspectos relacionados com o gerenciamento do fornecimento

  • Especificação da metodologia de gerenciamento;
  • Especificação das responsabilidades de cada parte envolvida no fornecimento;
  • Descrição das decisões chaves a serem tomadas durante o projeto nos marcos de aprovação das etapas do fornecimento e;
  • Especificação de quaisquer relatórios que devem ser feitos durante a execução dos trabalhos contratados.

Especificação de recursos

  • Especificação dos recursos humanos que devem ser disponibilizados ou usados pelo contratado;
  • Qualificação dos profissionais envolvidos no fornecimento e;
  • Especificação dos recursos materiais que devem ser disponibilizados ou usados pelo contratado.

Certificações

  • Certificações necessárias para a realização do fornecimento (se aplicável).

Licenças

  • Descrição das licenças necessárias para execução dos trabalhos contratados;
  • Descrição das responsabilidades pela obtenção de licenças e;
  • Descrição dos prazos para obtenção das licenças.

Seguros

  • Descrição dos tipos de seguros a serem contratados e;
  • Descrição das responsabilidades relativas a contratação de seguros;

Observações

Incluir quaisquer observações gerais importantes ao processo de contratação e fornecimento.

A lei de Campbell

A lei de Campbell

Donaldo Thomas Campbell

A lei de Campbell define que, uma vez que você tenha definido uma métrica como indicador primário para o sucesso de algo, a capacidade de conseguir medir com precisão o sucesso tende a ser tornar complexa.

Este cientista social, cujo nome completo é Donald Thomas. Campbell, definiu esta lei num artigo cientifico chamado Assessing the Impact of Planned Social Change. Neste artigo ele descreveu o efeito de medições quantitativas em processos de tomada de decisões da seguinte forma:

 The more any quantitative social indicator is used for social decision-making, the more subject it will be to corruption pressures and the more apt it will be to distort and corrupt the social processes it is intended to monitor.

Traduzindo de forma livre para o Português: “Quanto mais um indicador social quantitativo é utilizado para a tomada de decisão social, mais sujeito estará a pressões de corrupção e mais fácil será distorcer e corromper os processos sociais que se pretende monitorar.”

No Brasil, esta lei é facilmente verificável. Vamos dar exemplos. Há alguns anos atrás, quando se deu o primeiro apagão aéreo no Brasil, a sociedade ficou sabendo que a operação dos aeroportos e das companhias aéreas estavam muito abaixo do desejável. Como todos sabem, isso não não mudou muito desde então. Um indicador de funcionamento das empresas aéreas é a sua pontualidade. Como haviam muitos vôos em atraso, lembro-me de ter visto uma notícia no jornal que dizia que o critério de voo atrasado tinha mudado. Em vez dos habituais quinze minutos, passou-se a considerar um voo em atraso apenas se o voo estivesse com pelo menos meia hora de atraso. Num passe de mágica foi possível fazer com que um percentual significativo dos voos deixasse de estar em atraso, sem que nenhuma providencia concreta para melhorar a situação tivesse sido tomada.

No momento atual, o Governo brasileiro faz o aquilo que os economistas chamam de “contabilidade criativa”  para mostrar que as finanças públicas estão melhores do que realmente estão.  É a lei de Campbell em ação.

Mas, o que você, como executivo uma empresa privada, tem a ver com isso? Na realidade esta tentação de corromper indicadores é algo que pode ocorrer em qualquer empresa e em qualquer projeto.Pense nisso quando tiver que estabelecer indicadores de sucesso na empresa ou em projetos. Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Quero ser consultor. O quê fazer?

Quero ser consultor. O que devo fazer?

Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebo de meus alunos. Como todos sabem que eu sou consultor de empresas, além de professor, é natural que essa pergunta surja. Vamos então às dicas:
Primeiro é necessário saber diferenciar os conceitos de consultor e de mão-de-obra especializada. Um consultor é aquele que influencia positivamente um cliente por solicitação do próprio cliente.  Quando um cliente precisa de alguém com determinada competência para fazer alguma tarefa técnica temporária, ele não está contratando um consultor. Ele está contratando mão-de-obra terceirizada. Vejamos dois exemplos:
  • Um cliente solicita que você faça o orçamento para um determinado projeto. Isso é mão-de-obra especializada que é contratada para uma tarefa específica. É simplesmente terceirização de mão-de-obra.
  •  Um cliente tem dúvida sobre o melhor curso de ação numa determinada situação e pede um aconselhamento. Neste caso estamos falando de consultoria.

Consequências

As colocações acima ensejam as seguintes consequências:
  • É mais fácil para um profissional obter contratos para executar serviços especializados. Em compensação o preço de profissionais especializados costuma ser comparado com o preço de outros profissionais. Por isso o valor da tarifa tende a ser menor. É a lei da oferta e da procura em ação.
  • lo positivamente.  Um consultor não vende simplesmente a execução de tarefas. Um consultor vende sua experiência profissional para gerar valor para o cliente. Experiência é algo único, difícil de imitar. A contrapartida disso é que é bem mais difícil para um consultor conseguir clientes. E para ser consultor é necessário ter uma boa bagagem de experiência profissional. Dificilmente alguém consegue ter experiência com poucos anos de vida profissional. Um consultor vende o conhecimento resultante da sua experiência para gerar valor para o cliente. Sem experiência e sem uma excelente formação acadêmica, isso se torna difícil.

Recomendações

Minhas recomendações para quem deseja tornar-se consultor de empresas ou vender serviços técnicos especializados são as seguintes:
  • Mantenha uma extensa rede de relacionamento com pessoas. O importante não é quem você conhece. É quem conhece você.
  • Certificações de mercado são úteis se você quiser se ofertar a sua mão-de-obra especializada. Para quem deseja ser consultor o ideal é ter um mestrado ou um doutorado.
  • Escrever é fundamental. Livros e artigos científicos não trazem dinheiro. Mas criam prestigio. Prestigio é importante para quem é consultor. Se Peter Drucker estivesse vivo, ele certamente concordaria com essa afirmação.
  • Saber escrever bem é essencial em qualquer caso. Já para ser um consultor é necessário, além de saber escrever muito bem, ser um excelente orador. Um consultor está no ramo de influenciar pessoas chaves em organizações. Se o profissional não fala bem, é difícil convencer pessoas. E você pode estar certo de que convencer altos executivos não costuma ser uma tarefa fácil.
  • O domínio de línguas é essencial. Dominar bem a língua inglesa é especialmente importante. É a língua mundial dos negócios.
  • Seja humilde. Você não sabe e nunca saberá tudo. Por isso é importante ser uma máquina de aprender. Estude sempre.
  • Aprenda a lidar com pessoas. Não conheço ninguém que consiga influenciar os outros se não for bom em lidar com pessoas.
  • Busque, sempre que possível, juntar-se à pessoas que são melhores que você em alguma coisa. Quem sempre está conectado com pessoas medíocres, medíocre se torna.

Projeto de Monografias – Dicas

Projeto de Monografias – Dicas

Por Álvaro Camargo, PMP

Escrever uma monografia não é algo que se faz todo dia. Por isso os alunos de MBA normalmente se sentem meio perdido quando é necessário escrever sua monografia. Aqui vão algumas dicas para meus alunos dos cursos da FGV (Mas que servem para qualquer outro aluno que esteja fazendo um curso de MBA ou especialização)

NBR 1424

A norma NBR 1424 (ABNT, 2005c) atribui as seguintes denominações para as monografias:

-Trabalho de conclusão de curso – TCC

-Trabalho de graduação interdisciplinar – TGI

– Trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento

Estrutura  da monografia

Existem algumas possíveis variações quanto à estrutura de uma monografia. Pessoalmente gosto de usar a estrutura recomendada por França, Junia Lessa e Vasconcellos, Ana Cristina (Manual para normalização de publicações técnico – cientificas da Editora UFMG).

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

-Capa (Elemento obrigatório)

– Folha de rosto  (Elemento obrigatório)

– Errata (Se houver)

– Dedicatória

– Agradecimentos

– Epígrafe (Citação de um pensamento que, de certa forma, embasou a gênese da monografia. Pode ocorrer também no início de cada capítulo ou de partes principais).

– Resumo para língua vernácula  (Elemento obrigatório)

– Resumo para língua estrangeira  (Elemento obrigatório)

– Listas

– Sumário (Indicação do conteúdo, refletindo suas divisões e/ou seções, na mesma ordem e grafia em que aparecem no texto. Usa-de o termo “sumário” (e não a palavra índice ou lista) para designar essa parte. Havendo mais de um volume, deve-se incluir um sumário completo do trabalho em cada volume. As especificações sobre sumários podem ser encontrados na NBR 6027 (ABNT, 2003d).

ELEMENTOS TEXTUAIS

– Introdução  (Elemento obrigatório)

– Desenvolvimento  (Elemento obrigatório)

O desenvolvimento deve incluir os itens abaixo. Atenção! A maior parte dos alunos falha ao não fazer uma boa revisão da literatura e da metodologia, fazendo logo uma exposição daquilo que acha e tirando conclusões. Não é assim que funciona. Uma monografia é um trabalho científico. Como todo trabalho cientifico, deve estar embasado em alguma teoria. Daí a importância da revisão da literatura e da descrição da metodologia.

Itens obrigatórios no elemento “Desenvolvimento”:

  • Revisão da literatura (Veja o item “Dica final”  adiante para mais detalhes sobre a revisão de lieteratura)
  • Metodologia
  • Resultados
  • Discussão dos resultados

– Considerações finais  (Elemento obrigatório)

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

– referências

– Glossário

– Apêndice(s) e anexo(s)

– Índice(s)

Uma dica final

Um item que conta muito na avaliação é a base teórica sobre a qual o aluno desenvolveu seu trabalho.  Recomendo fortemente que seja incluído na revisão da literatura quadros (ou tabelas) que mostrem, de forma resumida, como cada autor consultado contribui para a visão mostrada no trabalho. Veja abaixo um exemplo que retirei da minha monografia, quando fiz o MBA de Projetos anos atrás. A tabela mostra o resumo de fatores estratégicos e técnicos relacionados com o uso de ferramentas colaborativas em projetos:

Resumo dos Fatores Estratégicos e Técnicos
Autores Fatores
Culturais Econômicos Políticos Tecnológicos
Coleman – 2001 fator humano justificativa econômica políticas motivacionais infra-estrutura
papel do líder evolução profissional funcionalidade
aprendizado gerenciamento estratégico de mudanças manutenção
suporte técnico
Jarvenpaa – 1998 fator humano
Wiseman, Hammer e Nishida – 1989 fator humano
Foti – 2004 fator humano comprometimento dos envolvidos acessibilidade
aprendizado segurança
infra-estrutura
Lipnack e Stamps –

2000

interdependência (equipes virtuais)
Stonehan e Arnsworth – 2003 liderança
Kimball – 1999 papel do líder
estrutura do trabalho
estrutura corporativa
Patterson – 2004 aprendizado custo de gerenciamento incentivo da alta cúpula infra-estrutura
custo de implantação tempo de implementação
custo de configuração saneamento das deficiências
custo de manutenção
Ziegler e Mindrum – 2002 custos administrativos
Villano – 2004 custos administrativos
Mesquita – 2005 indivíduo X grupo
Block e Marca – 1995 similaridade
velocidade
interface
funcionamento independente
customização

Gentileza, polidez e refinamento: vantagens competitivas

Gentileza, polidez e refinamento: vantagens competitivas para profissionais que almejam um futuro promissor

Atualmente vivemos por um período muito interessante aqui no Brasil. Nunca tivemos tantos universitários. Também nunca tivemos tantos profissionais preocupados com o aperfeiçoamento de suas carreiras profissionais e fazendo cursos de pós-graduação. A massa de brasileiros que hoje estuda é cada vez maior. Isso é muito bom. Todos sabem que uma boa formação acadêmica é importante para a carreira profissional dos indivíduos, para nosso país e para o progresso do mundo em geral.

Mas, como em qualquer processo de massificação, temos problemas de qualidade. O problema da qualidade atinge não apenas a formação acadêmica. Atinge também a forma como as pessoas hoje agem e se comportam. Perdemos qualidade no tocante ao refinamento, gentileza e polidez das pessoas.  Parece que, cada vez mais, temos pessoas sem educação e refinamento. São pessoas rudes e medíocres (Veja depois o “post” que coloquei sobre o caso Uniban onde a mediocridade e a estupidez prevaleceram).

Noto que um muitos profissionais egressos das melhores faculdades e cursos de pós-graduação apresentam um comportamento prepotente (“Sou mais do que você por que tenho uma formação melhor do que a sua”). Já viram esse filme em algum lugar antes?

Lembro ao leitor que ser refinado, gentil e polido é um diferencial competitivo importante para qualquer profissional. Vejamos alguns exemplos concretos da importância disso:

Exemplo 1 – Não é novidade nenhuma que cada vez mais temos mulheres alçando postos de gerência e direção nas empresas. Mulheres gostam de ser tratadas com gentileza.  Se você é homem e tem que lidar com sua chefa, terá maiores chances de ser ouvido se entender como é que funciona o universo feminino. Ao contrário do masculino, o universo feminino, está mais ligado em questões que tem muito a ver com sensibilidade. E sensibilidade tem a ver com  gentileza,  polidez e refinamento.

Exemplo 2 – Se você  trabalha num ramo de negócio que lida com uma mão-de-obra mais humilde, terá mais chances de conseguir bons colaboradores e qualidade na execução dos trabalhos se tratar as pessoas com respeito e gentileza. Um exemplo é a área de construção civil, mais especificamente em obras. Nesse ambiente lidamos com pessoas humildes, usualmente com um nível de educação baixo. Implantar, por exemplo, um sistema de qualidade sem a colaboração de pessoas é um pesadelo. Quando tratamos as pessoas  com gentileza e polidez, ganhamos aliados. E isso é especialmente verdadeiro quando lidamos com pessoas que tem uma condição social mais baixa do que nós.

Exemplo 3 – Estamos num mundo em que cada vez mais as coisas são conectadas. As empresas dependem de seus parceiros de negócio cada vez mais. Cada vez mais é preciso negociar acordos. E para obter sucesso em negociações, é imprescindível conectar-se com as pessoas. E qual é a melhor forma de se conectar com as pessoas? Simples. Sendo simpático, gentil, polido e refinado. As pessoas tendem a simpatizar mais com aqueles que são educados, gentis e refinados. Observe que não estou falando de pessoas “afetadas” ou que apresentam um comportamento artificial.  Você ganha a simpatia de pessoas quando é naturalmente simpático, polido  e gentil.

Luto todo dia, e as vezes sem sucesso, com o “animal medíocre” que habita no interior de todos nós. Esse animal nos transforma em seres arrogantes, estúpidos e prepotentes.

Quer um conselho para seu sucesso profissional?  Trate de pensar nisso. No mundo profissional competitivo em que vivemos, ser gentil, polido e refinado faz toda a diferença. E é lógico que isso também vai tornar sua vida pessoal muito melhor.

Urgência também conta quando se trata de analisar riscos em projetos.

Dica do AlvaroAo fazer sua avaliação qualitativa de risco leve em consideração a probabilidade, o impacto e a urgência.

Multiplique a probabilidade (em %) pelo impacto (Em R$ ou outra moeda) e pela urgência (em período de tempo). Quanto maior esse produto mais prioritário é o risco

%d blogueiros gostam disto: